Archive for the ‘ Bolsas Femininas ’ Category

Estilistas e empresários mostram a moda mineira no mercado do mundo árabe

Monday, October 12th, 2009

Quinze empresários mineiros, entre estilistas e industriais calçadistas e do vestuário, conheceram as estratégias de 250 marcas de todo o mundo utilizam para divulgar suas coleções no Golfo Pérsico. Eles participaram neste domingo da Who’s Next Premiere Classe, uma feira de moda organizada por produtores franceses que acontece pela primeira vez em Dubai, nos Emirados Árabes.

O mercado do Golfo Pérsico vem crescendo cada vez mais para o setor produtivo da moda, mas apresenta características muito específicas tanto no design de roupas, quanto nos tecidos. O Brasil estava representado por 15 marcas durante a feira.

“Foi uma alegria muito grande ver aqui reconhecidos os talentos de mineiros do Sul de Minas, como de Jacutinga, dos mineiros próximos da nossa capital, de Lagoa Santa, mineiros do Triângulo Mineiro, de Uberlândia, fazendo enorme sucesso. Saio daqui muito confiante que Minas também avança com apoio da Federação das Indústrias, com apoio do Governo do Estado, para se consolidar internacionalmente. Temos também na moda um espaço de geração de emprego, de geração de renda, e de prosperidade para muitos mineiros”, afirmou o governador Aécio Neves, que chefiou a missão empresarial, acompanhado do presidente da Fiemg, Robson Andrade.

Para o governador “É extraordinária a penetração da moda de Minas Gerais em outras partes do mundo. Podemos ver nesse evento um potencial enorme. Vimos os estandes dos estilistas mineiros, os mais concorridos, muitos deles já fazendo negócios com várias partes do mundo, inclusive aqui nessa região, com os próprios Emirados Árabes, e tenho absoluta certeza que também, no campo da alta costura da moda, teremos um potencial muito grande de crescimento, um potencial enorme a ser explorado”, afirmou.

Após reunião com o presidente da Câmara do Comércio de Dubai, Abdul Rahman Saif AlGhurair, neste domingo, ficou acertada visita de missão empresarial dos Emirados Árabes a Minas no início do ano que vem. Investimentos nos setores de infra-estrutura (energia e rodovias) e na produção de alimentos estarão na pauta de negociação.

A feira Who´s Next Premiere Classe acontece pela primeira vez no mercado árabe. Organizada por produtores franceses, a cada dois anos, em Paris, a feira exibiu coleção primavera-verão. Além dos desfiles de moda contou ainda com encontros empresariais e palestras de especialistas do setor. Também ofereceu treinamento para expositores sobre como montar uma coleção baseado no “abaya”, a tradicional vestimenta usada pelas mulheres no Golfo.

A participação do governador Aécio Neves na abertura da feira foi o último compromisso da viagem oficial aos Emirados Árabes. Ele retorna nessa segunda-feira para Belo Horizonte.

Moda sobre quatro rodas dentro de uma Kombi

Saturday, October 3rd, 2009

Amigas abandonam a profissão de bancárias para vender peças femininas em uma Kombi, que vai até o cliente com produtos de multimarcas.

Kombi - Moda mulher - Kombi

Abordo de uma Kombi branca, modelo 2001, toda decorada com figuras que lembram peças do vestuário feminino, as ex-bancárias Dina Ribelo, 41 anos, e Bia Santos, 40 anos, estão levando moda para diferentes locais de Brasília. O projeto Kombina nasceu com o intuito de vender roupas femininas em pontos estratégicos da cidade, como universidades, feiras e eventos de moda, movimentando-se de acordo com a demanda. “Temos um mix bem mais amplo de produtos femininos”, afirma Dina.

Na Kombina, estrutura bem confortável com direito a provador e bancos internos para as clientes se sentirem mais à vontade enquanto fazem suas compras, há basicamente tudo que uma mulher precisa na hora de se vestir. “Trabalhamos com diversos produtos. Há muitas bijuterias, peças de vestuário, acessórios, bolsas e até cosméticos. Só não trabalhamos com calçados pelo espaço, não seria possível por causa da numeração”, conta.

“Por outro lado, como vendemos lingeries e cosméticos íntimos, temos um espaço intermo mais reservado e aconchegante para que as clientes possam escolher, sem receios, o que desejam levar”, completa Dina. Atualmente, a dupla trabalha com algumas peças de criação própria, mas a maioria ainda é comprada em viagens a São Paulo e Belo Horizonte. O salto deverá ser mais alto nos próximos meses! “Nosso ideal é trabalhar apenas com criações próprias”, explica Bia, que tem o apoio da sogra, costureira, para concretizar o sonho.

Mesmo com pouco tempo na estrada, a dupla já está cheia de planos para a Kombina. “Estamos a mil! Felizmente, a Kombina está sendo um sucesso. Onde a gente passa sempre aparece alguém querendo comprar. Também estamos vendendo em frente ao UniCeub e participando de eventos, como o BSB Mix. Nessa correria, muitas ideias surgem, só falta colocarmos em prática. Logo o site, em construção, deve estar no ar. Nele queremos expor nosso catálogo e implantar a ideia do delivery”, garantem as sócias.

O início do sucesso

Amigas há vários anos, Bia e Dina trabalharam juntas por 13 anos como bancárias. Como sempre gostaram de moda, viviam planejando abandonar a carreira para investir no que realmente almejavam.

“Comecei a trabalhar no banco ainda muito nova. Com o passar dos anos, a idade vai chegando e percebemos que aquela era a hora de colocar em prática a ideia de abrir um negócio próprio. Sempre sonhamos com isso. Mantínhamos um dinheiro guardado para começar o projeto”, lembra Dina.

Observando a amiga correr atrás de seu ideal, Bia também decidiu se dedicar inteiramente à moda. “É um sonho das duas. Quando vi que poderíamos colocá-lo em prática, fiquei muito feliz e acompanhei a Dina”, conta.

A primeira iniciativa da dupla foi comprar a Kombi. Mesmo sendo um veículo em bom estado, Dina e Bia tiveram dificuldades de dirigi-lo no começo. “Morríamos de medo. A Dina tinha mais receio, mas, com o tempo, nos adaptamos. Tivemos alguns problemas como quebrar o câmbio quando estávamos aprendendo. Mas hoje já não temos problemas nem na folguinha do volante”, conta Bia, aos risos.

Kombi - Moda feminina - Kombi

Com o carro comprado, era hora de deixá-lo com a cara da marca e adquirir as mercadorias para começar a colocar à venda e recuperar o investimento. Para ilustrar o veículo e criar a logomarca, a dupla contou com o apoio de uma pessoa, mas fizeram questão de acompanhar de perto todo processo de criação. “Alguns detalhes são nossos, desenhamos muita coisa. Quando ele estava criando, sempre levávamos os desenhos para casa e coloríamos do nosso jeito. O resultado nos agradou bastante. Acho que ficou com a nossa cara”, afirma Bia. Para comprar as mercadorias, Dina e Bia fizeram viagens a São Paulo e Belo Horizonte. “Somos muito próximas. Muitos dizem inclusive que parecemos irmãs. Tudo o que fazemos em relação a Kombina é junto. Em todas as viagens, as duas estão presentes”, afirma Bia.

Até mesmo o nome surgiu em uma conversa delas. “Decidimos que seria uma combinação dos nossos nomes com a Kombi, aí surgiram várias ideias. Uma delas foi a DinaKombia, mas ainda não achamos que era o ideal. Foi quando a Bia me telefonou e disse: “Que tal Kombina?” Achei perfeito. O nome veio para completar o projeto”, garante Dina.

Roupas para todas

Mesmo vendendo em portas de universidades e em eventos que normalmente são direcionados para um público mais jovem, Dina e Bia fazem questão de oferecer peças para todas as mulheres, independentemente da idade e do tipo físico. “É muito chato gostar de uma roupa e não ter o seu tamanho, por isso gostamos de apostar em modelagens bem diferentes e variar a numeração”, explica Dina.

“Não tem como vender só tamanho “P” nas universidades. Principalmente à noite, há mulheres universitárias de todas as idades e perfis. Muitas já trabalham, são casadas e independentes, mas também acontece de ter meninas de 17 anos comprando. Nosso público é bem diferenciado”.

Próximo passo: criar

“Já criamos algumas peças e vendemos boa parte. Começamos com blusas e vestidos. Também desenvolvemos broches, em formato de flores”, diz Bia. Com o intuito de ampliar os conhecimentos e ter suporte teórico e técnico para a criação, a dupla tem feito cursos na área.

Novidades à vista

A dupla está aguardando, com muita ansiedade, a finalização do site. Por meio desse, vários outros projetos poderão ser colocados em prática. Um dos mais aguardados pelas sócias é o Kombina Delivery, que como o próprio nome sugere é uma espécie de serviço a domicílio. Elas também pretendem expor virtualmente seu catálogo de produtos e divulgar a agenda da loja motorizada. “Pretendemos levar a Kombina a vários lugares de Brasília”, explica.

Da Courovisão direto para as passarelas e para o mercado

Saturday, October 3rd, 2009

O conceito de lançadora de tendências ficou no passado. A Courovisão agora é confirmadora de tendências. Ou seja, os produtos expostos irão direto para o mercado. Esse novo posicionamento foi anunciando ontem por Francisco Gomes, presidente da Associação das Indústrias de Curtume do Rio Grande do Sul (AicSul), entidade que representa as indústrias de couro, o carro-chefe da mostra. “A feira encontrou seu formato ideal. Depois daqui, só nas passarelas”, disse ele na abertura oficial da mostra, que acontece nos pavilhões da Fenac, em Novo Hamburgo.

Por conta disso, Gomes e outras autoridades que participaram da solenidade, caracterizam a Feira Internacional de Componentes, Couros, Máquinas, Químicos e Acessórios para Calçados e Artefatos já como um preview da retomada dos negócios do setor coureiro-calçadista prevista para 2010.

Para o diretor-presidente da Fenac, Ricardo Michaelsen, a feira é a prova viva de que as empresas abandonaram o “mercado da mesmice, da commodities”. “Hoje, o que vemos na feira são componentes com valor agregado, fator fundamental para os calçadistas desbravarem mercados”, destacou.

A Courovisão segue até amanhã apresentando os lançamentos de 140 expositores, a maioria do Rio Grande do Sul, além de São Paulo, Minas Gerais e Bahia. A Fenac projeta, para os três dias da feira, um público de 7 mil visitantes profissionais (empresários do complexo coureiro-calçadista, designers, estilistas e outras diversas profissões relacionadas à área).

Verão 2011 é antecipado

Empresários, estudantes e profissionais da moda reuniram-se ontem no Fórum de Inspirações, em Novo Hamburgo. Durante o evento, o estilista Walter Rodrigues antecipou, com exclusividade, os conceitos e inspirações do verão 2011 à indústria calçadista. Além do exclusivo fanzine – publicação com os principais conceitos da estação – o público recebeu a cartela de cores, utilizada como material de apoio no desenvolvimento de produtos.

Na temporada quente a diversidade cultural brasileira ganha mais valor na produção dos insumos. O conceito é de um povo multifacetado, colorido e pulsante. De acordo com o estilista Walter Rodrigues, o verão 2011 vai trazer as misturas indefinidas de estilos e cores. “A moda cada vez mais reflete o espírito do nosso tempo, a ebulição constante de ideias e a maneira de encarar a vida sempre sorrindo, convidando a transportar essa essência para os nossos produtos”, destacou Rodrigues.

Entre as principais propostas apresentadas no evento, destaque para a consolidação do selo Made in Brazil, que atesta e valida o know-how dos produtos, design e origem. “Somos um povo resultante de diversas culturas e múltiplas influências, nosso valor e essência estão ligados à pluralidade. Assim, o nosso ‘made in’ deve refletir o nosso espírito de ser brasileiro”, acrescentou o estilista.

Conforme a superintendente da Assintecal, Ilse Guimarães, o selo surgiu com o projeto de internacionalização de componentes para couro e calçados. A entidade idealizou uma marca que traduzisse o desejo de criar algo brasileiro, que tivesse uma história, uma origem. “Nossos artefatos precisavam agregar valor para enfrentar a concorrência de países com custos mais baixos e o crescimento da velocidade da informação.” A proposta do fórum é apresentar subsídios à indústria calçadista, antecipando inspirações que fortaleçam o produto brasileiro no mercado externo.

Mercado tem vários nichos para se explorar

Nichos de mercado são tema de abertura da revista Lançamentos Indústria de outubro, que começou a circular ontem na Courovisão. No setor calçadista, há algum tempo, já se sabe que agregar valor ao produto é uma forma de se destacar. Nessa procura pela diferenciação, contudo, outros caminhos vêm sendo descobertos, como investir na produção de calçados de segurança, para a área médica, para skatistas, para conforto e até mesmo para bateristas. Há um mundo a ser explorado.

Da polêmica aprovação da sobretaxa de US$ 12,47 sobre as importações de calçados chineses, a edição segue pelo mundo da moda, mostrando como serão as bolsas femininas no inverno 2010 – peças de tamanho médio, o que colocará os modelos com proporções avantajadas em segundo plano.

O fashion também está na edição com páginas destinadas às vitrines do continente europeu, onde as temperaturas estão baixando. Ainda sobre a moda, mas com foco à tecnologia, entram em cena os metais. Inovadores, eles agregam valor a calçados e bolsas. Por sua vez, os laminados sintéticos evoluem a cada nova estação.

Pela valorização do couro brasileiro

Hoje, o dia será de muita informação na Fenac. Em programação conjunta, será realizado o Seminário da AicSul e o Encontro Sul da Abqtic, com o tema Valorização do couro brasileiro. A abertura está marcada para as 16h30. Entre os palestrantes estão o secretário estadual do Meio Ambiente, Berfran Rosado, que falará sobre a dimensão ambiental no apoio ao desenvolvimento sustentável gaúcho; e Jackson de Toni, gerente de Gestão e Planejamento da Apex, que avaliará a situação do setor coureiro no mercado externo.

Três desfiles no último dia

A Courovisão também será palco de tendências, que serão mostradas na quinta-feira, último dia da feira. Três desfiles, agendados a partir das 18 horas, foram organizados pela Associação das Indústrias de Curtume do Rio Grande do Sul (AicSul), em parceria com o curso de Design de Moda e Tecnologia da Feevale. Na passarela estarão as marcas Cristófoli, Liziane Richter e Dressper, e ainda Projeta-me 2050: uma odisséia, que são criações de acadêmicos da Feevale.

Designer brasileira de bolsas femininas faz sucesso na Austrália

Tuesday, September 29th, 2009

Bolsas FemininasNa última edição do Mercedes-Benz Fashion Festival, charmosas bolsas de couro com forro de bolas coloridas desfilaram nas passarelas e foram um dos destaques do evento.

As peças são criação da brasileira Silvia Tavares, brasileira radicada há oito anos naquele país e que está tornando a Kinin a marca queridinha das consumidoras e das mais importantes publicações de moda locais.

A marca existe desde 2006, mas cresceu, começou a lançar coleções o ano passado e já está em sua terceira linha, batizada de Botanical Luxe, inspirada no universo das borboletas. Ela falou ao Terra.

Terra – O que tem de Brasil nas suas criações?

Silvia Tavares – A cada modelo que crio, penso na mulher brasileira, por ser prática e chique, e na australiana, porque gosta de muita cor em acessórios e também de bolsas grandes.

Quais os principais diferenciais de suas bolsas?

Todas as peças Kinin são 100% de couro e têm um forro de algodão com estampa de bolas coloridas, que confere um ar de alto astral, além de um coração pendurado “To show Silvia’s love for quality and design” (Para mostrar o amor de Silvia pela qualidade e pelo design). Para quem é mãe, as bolsas também são uma boa pedida, pois algumas são bem grandes.

O que anda pesquisando no momento?

Estou estudando as próximas tendências e cores.

Qual a bolsa must-have do momento?

A Charllotte Bag in Toffee, uma bolsa grande com borboletas e flores na mesma cor da peça. Inclusive foi a bolsa mais comentada do MBFF (Mercedes Benz Fashion Festival).

O que você leva na bolsa?

Sempre tenho meu celular, óculos escuros, carteira, estojo de maquiagem e Moleskine para os meus desenhos.

E o que não pode faltar na bolsa de uma mulher?

Tudo o que levo na minha.

Consultório da moda – Dicas para se vestir bem

Sunday, September 27th, 2009

Quem gosta de estar antenada com as novidades da moda sempre dá uma passadinha no blog Oficina de Estilo, das consultoras Cristina Gabrielli e Fernanda Resende. Cris, como é chamada, fez Engenharia e a Fê, Direito. Infelizes com suas escolhas, partiram para a moda, tendo como ponto de partida o curso de Consultoria de Imagem no Senac-SP.

Depois, mergulharam de cabeça em outros cursos, como Análise de Cores, História da Moda, Tecnologia Têxtil, Produção e Jornalismo de Moda, Etiqueta Empresarial, História da Arte, Fotografia de Moda, Cinema e muito mais. Além do blog, as meninas dão cursos e palestras, fazem consultoria de imagem e são personal stylists de lojas, onde orientam as clientes. A seguir, elas respondem a algumas dúvidas frequentes de moda.

Como usar cintos largos?

Cristina: Funcionam melhor para as mais magrinhas, que querem acrescentar curvas e volume. Quando usados marcando a cintura, dão ilusão de seios maiores e corpo mais sinuoso. Quando usados “caídos” no quadril, aumentam visualmente essa região.

Os tons cítricos vão ser um dos hits do verão. Como usá-los?

Cristina: O ideal é usar um tom cítrico por vez e coordená-lo com tons neutros mais claros. Tonalidades de cinza, bege, cáqui e nude (que é um outro hit do verão) equilibram as cores cítricas e deixam o look mais elegante.

Que tipo de silhueta é adequada a vestidos longos e estampados?

Cristina: Funcionam para quase todas as silhuetas, desde que observados alguns cuidados. As baixinhas podem escolher modelos com decote tipo império, que alongam, enquanto as cheinhas ficam melhores em modelos de manga, decotes que deixem o colo à mostra e em cores mais escuras. Mulheres menores e mais delicadas ficam bem com estampas igualmente delicadas. Já as mais altas e com estrutura óssea pesada podem usar estampas maiores.

Está fora de moda combinar sapato e bolsa?

Fernanda: Não exatamente. Hoje temos tantas opções que é bem mais legal coordenar com criatividade, experimentar misturas e conferir o resultado desse “acréscimo de elementos visuais” num look. A dica é mesclar um elemento de cada vez: é possível coordenar sapato e bolsa na mesma cor com texturas diferentes (couro liso e croco, por exemplo), ou sapato e bolsa com a mesma cor e materiais diferentes (sapato de couro creme e bolsa de palha), ou bolsa e sapato com o mesmo material, mas em cores diferentes (sapatilha de tecido roxa e bolsa de tecido vermelha). Experimentar é o melhor exercício, e só assim se ganha segurança para “descoordenar”!

Quem pode e quem não pode usar bermuda tipo alfaiataria?

Cristina: Todo mundo pode (se quiser). O melhor comprimento – para não encurtar a perna – é logo acima do joelho. Para quem tem coxas mais finas , pode ser um palmo acima do joelho. Para quem tem coxas mais grossas, o ideal são dois dedinhos acima do joelho. O comprimento abaixo do joelho acaba encurtando não só as pernas (visualmente), mas a silhueta toda.

Quais são as armadilhas da moda que tornam o visual vulgar?

Fernanda: Roupa justa demais, especialmente no bumbum. A brasileira tem o hábito de achar que, por ter cintura 38, o bumbum também tem essa medida e nem sempre é assim! Recomendamos muito que nossas clientes provem as calças e bermudas em um tamanho maior, que possam vestir com conforto o bumbum, quadril e coxas, e depois ajustem a cintura com uma costureira. E vulgar (mas com outra conotação) é usar roupa mal conservada, manchada, rasgada ou puída com costuras desfeitas, faltando botão. Roupa bem mantida é roupa elegante.

Qual a dica para alongar as pernas?

Cristina: Usar comprimentos acima do joelho e cinturas um pouco mais altas. Detalhes verticais, como vincos, também são legais. Evitar: detalhes horizontais, como barra italiana, bolsos, etc. Usar sapatos de cor parecida à da calça, saia, bermuda ou vestido também ajuda a alongar as pernas.

Como usar estampas étnicas sem parecer um zôo ambulante?

Fernanda: Deve-se usar essas estampas em menor proporção no look e coordená-las com peças lisas. Outra dica é usá-las apenas em acessórios. O segredo é achar estampas étnicas em peças que tenham a ver com quem vai vestir: tem onça sexy, onça divertida, onça elegante, onça esportiva, onça moderna e por aí vai. Pode ser étnico, mas pode também ter uma personalidade coerente com o resto do guarda-roupa.

É possível usar meias com sandálias?

Fernanda: É possível sim. As sandálias mais legais de se usar com meias são as mais fechadas. E deve-se preferir as meias grossas. Vale coordenar texturas e cores: se a meia-calça for lisa, em cor neutra, o sapato pode ter formato bacana, aberturas, aplicações, um colorido ou texturas diferentes. Se a meia for colorida ou tem texturas, então é bom que o sapato seja mais liso. E na coordenação roupa + sapato + meia, sempre um elemento tem de ser dominante, chamar mais a atenção. Tipo: se a meia é colorida/tem textura, roupa e sapato podem ser mais neutros. Se o sapato é bem colorido, meia e roupa podem ser neutros. E se a roupa é supercolorida, então a meia e o sapato podem ser neutros. Meias coloridas, em cores que contrastam com o look, são mais criativas e mais informais. E ainda rendem um efeito de perna alongada se contrastam só com a roupa, e não com os sapatos.

Qual o modelo de jeans certo para quem tem quadris largos e barriguinha?

Cristina: É o que tem a cintura no lugar (nem muito baixa, nem muito alta), sem lavagens extravagantes, em tons mais escuros. A boca pode ser reta ou até mais aberta (tipo bootleg). E é melhor não afunilar, porque dá a impressão de quadris mais largos. O jeans nunca deve ser muito justo, principalmente nas coxas, e deve ter uma sobrinha de tecido logo abaixo do bumbum.

Colares caem bem em mulheres de seios fartos? E as roupas de gola alta também são indicadas?

Fernanda: Colar para quem tem peitão tem de ser leve, vazado, deixando a pele à mostra. Não é legal acrescentar volume à área maior do torso. E deve ter altura razoável, tipo até a linha da axila. Não precisa cair sobre o peito, porque, assim, mesmo fininho ou vazado, ainda dá destaque (visualmente). Golas altas não ficam tão bem em quem tem peitão: nesses casos, quanto mais decote, maior a harmonia da silhueta. E uma solução para os dias mais frios é usar o decote coberto por lenços ou cachecóis, que podem ser usados apenas em deslocamentos, e retirados logo depois, sem comprometer o look.

Saruel é para todas?

Cristina: Na teoria, a calça saruel encurta a silhueta, por conta do gancho baixo. Mas se o look for monocromático (calça e blusa em cores próximas ou iguais, ou mesmo no mesmo tom), dá para minimizar esse efeito.

Pode-se usar colar e brincos grandes ou deve-se optar por um ou outro?

Fernanda: Aquele versículo da Bíblia que diz “tudo é lícito, mas nem tudo convém” também vale para a moda. Pode-se tudo, mas nem sempre a combinação dá certo. É mais prudente compatibilizar tamanhos e proporções na hora de escolher acessórios – se o brinco é grande, o colar pode chamar menos a atenção, e vice-versa. O ideal é que um acessório seja dominante na produção, e que os demais funcionem como coadjuvantes desse primeiro. Mas há casos em que se usa tudo grande e dá certo, depende de quem usa e de como usa.

É verdade que o salto alto alonga a silhueta?

Cristina: Sim, porque o salto alto acrescenta centímetros às pernas e faz com que a postura fique mais ereta.

Blusas e vestidos com babados ficam bem só em quem tem pouco busto?

Cristina: Babados acrescentam volume à região onde estão. Podem aumentar visualmente a região dos seios, barriga, bumbum, quadril. Um vestido todo de babados fica melhor em quem não tem muitas curvas e é mais magra.

Qual o truque para disfarçar quadris largos?

Fernanda: Chamar atenção para a parte de cima do corpo – especialmente o rosto! Vale camisa colorida, bordada, estampada, sobreposições, casaquinhos legais, acessórios com brilho, coordenações originais de cores, cabelo preso e maquiagem maravilhosa. E pegar leve na parte de baixo, com tecidos mais estruturados e opacos, em cores neutras e mais escuras que as da partes de cima, caimentos retos, sem volume tipo pregas, bolsos, botões. Um super “disfarçador”de quadril é o ponto colorido perto do rosto: imagine um look inteiro neutro e bem calminho, tipo calça cinza e blusa creme, com um lenço laranja ou vermelho no pescoço. Ninguém olha para baixo: só vê o rosto sorridente da pessoa com o detalhe colorido.

O que muda em casamentos na praia ou no campo?

Fernanda: Materiais e espessuras, basicamente. Nada de brilhos nem bordados. Prefira os tecidos naturais.

Bolsa de Mulher compra iTodas

Friday, September 25th, 2009

SÃO PAULO – O Bolsa de Mulher S.A., grupo de comunicação feminina, controlado pela Ideiasnet, comprou o iTodas, um portal feminino da Editora Símbolo.

Com a aquisição o Bolsa de Mulher passa a ter 9 milhões de usuárias cadastradas, o que representa 30% do público feminino online brasileiro.

O anúncio foi feito hoje, em uma coletiva de imprensa. “A compra do iTodas é mais um passo que damos para a execução do plano estratégico que traçamos para a companhia”, disse Andiara Petterle, CEO do Bolsa de Mulher.

O Bolsa de Mulher torna-se agora responsável pela comercialização da publicidade online dos sites das revistas femininas da editora Símbolo, por meio de sua rede de publicidade Pink Ad Network.

Em três anos, o Bolsa de Mulher cresceu 7.000% em receita e acaba de chegar aos Estados Unidos. Além da rede social feminina Bolsa de Mulher.com, a empresa tem o Bolsa de Bebê, Bolsa Gourmet, Universidade Feminina, TeContei, Estrela Guia, Feminice, Bem Leve, entre outros.

Como escolher uma bolsa feminina ideal

Wednesday, September 23rd, 2009

Dicas para não errar na hora de escolher a bolsa

- Se sua estatura for alta, escolha modelos grandes, pois os pequenos só a farão parecer maior;

- Já os baixinhos devem evitar bolsas enormes;

- Preste atenção ao comprimento das alças: baixinhos pedem alças curtas; altinhos, alças longas;

- Para as mulheres com seios fartos recomenda-se evitar as bolsas de alças curtas, que dão a impressão de seios ainda maiores;

- Já as de quadris largos devem ter cuidado com as bolsas que ficam batendo nessa região, o recomendável é que elas atinjam a linha da cintura e não a ultrapassem;

- Os sapatos e bolsas não precisam ser do mesmo material ou cor, desde que combinem entre si, por exemplo palha e couro cru. É preciso combinar o estilo. Se você está de tênis, não use uma bolsa sofisticada;

- Durante o dia opte por bolsas maiores tipo sacos ou mochilas;

- Para a noite prefira bolsas menores e de materiais mais nobres;

- Prefira cintos e sapatos mais lisos quando usar bolsas com alças metálicas ou detalhes metalizados;

- Bolsas muito coloridas pedem roupas e sapatos de tons mais escuros, que não chamem a atenção ;

- Bolsas de verniz exigem sapatos e complementos do mesmo material e são mais usadas no verão;

- Bolsas em plástico transparente, aramados ou tramados em malha aberta, geralmente deixam aparecer o que está dentro. Para usá-los com charme, é imprescindível manter a ordem colocando objetos menores em pequenas e discretas “necessaires”;

- Invista na sua bolsa, pois o acabamento e a qualidade são tudo. Vale a pena pagar mais por uma bolsa que vai durar a vida toda.

Mercado da moda se reinventa com peças únicas e exclusivas

Wednesday, September 23rd, 2009

A guerra da imitação chegou ao fim. Já não está em moda carregar carteiras de marca que todos querem ter ou peças com desenhos populares. Estilistas e costureiros ressaltam que, agora, estão em voga as peças únicas ou exclusivas e, nesse ramo, o que menos importa é o preço.

Em recente reunião do Conselho de Estilistas dos Estados Unidos, a designer Betsey Johnson disse a seus colegas que as “roupas especiais” e os objetos que não pareciam vir de “nenhum lugar especial” são os mais atraentes para sua clientela. Quando se trata de criar uma tendência, Johnson disse que uma cadeia como a H&M poderia fazer muito mais do que ela, porém, ressaltou que essas lojas não podem captar o estilo de sua marca. Por essa razão ela se concentra em peças exclusivas.

– A ideia de criar um padrão estabelecendo um estilo pode parecer mais fora de moda do que costumava ser – avaliou Claire Hamilton, vendedora e assessora de moda da empresa WGSN. – Esta é uma reação à grande rapidez do mercado da moda. As pessoas buscam o inesperado.

Essa tendência vem se fortalecendo de tal modo que até mesmo as grandes redes como a Macy’s estão se voltando à produção de objetos únicos que possam ser atrativos para sua clientela.

A Macy’s é a única loja de departamentos que vende a marca de roupas Desigual, uma linha com design contemporâneo, cujo forte são seus bordados e retalhos. É o único lugar onde se vendem produtos da designer Rachel Roy, conhecida por sua luxuosa linha contemporânea de roupas, sapatos, joias e bolsas femininas.

Cathy Calhoun, uma joalheira de Royersford, na Pensilvânia, e Max Osterweis, de Nova York, que lançou uma coleção de roupas de algodão similares à tradicional túnica da África Oriental, tiveram grande êxito em seus negócios durante a recessão ao oferecer peças exclusivas aos consumidores.

Osterweis deixou de usar moldes antigos para criar uma nova arte em uma fábrica do Quênia da marca Suno, cuja missão é criar uma indústria sustentada pela população local. A primeira-dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, foi fotografada no verão deste ano com uma blusa da marca.

Embora esteja em fase de crescimento, Osterweis não quer que o negócio se expanda demasiadamente, o que lhe permite ter o controle da qualidade de seus produtos.

– A Suno trata de criar um novo paradigma no qual os objetos de luxo vem de um antigo paradigma: coisas muito especiais, difíceis de obter e que trazem uma história –salientou.

A joalheria de Calhoun dispõe de anéis de compromisso e cruzes de primeira comunhão que alguém poderia ver em uma loja suburbana. Mas ela afirma que se tratam de joias antigas, por isso custam mais e despertam mais interesse e entusiasmo nos compradores.

– Isso é o que mais a gente deseja: uma joia com procedência e história. Se tem uma história, então, se há de comprá-la – observou.

Recentemente, Cathy Calhoun vendeu muito rápido um broche de diamantes trabalhado à mão com platina, que datava do começo do século 20. A joia vinha em sua caixa original. Passou de geração para geração por mais de 30 anos. Pertenceu a uma mulher que deixou uma nota que estava na caixa, na qual pedia ao próximo dono do broche que “o guardasse como um tesouro, assim como o fiz”.

– As pessoas vem comprar uma peça sem saber que desejam conhecer uma história. E quando alguém começa a contar-lhes, aí sentem que têm de levá-la – disse. – Quem a compra sente-se importante, especialmente porque tem a oportunidade de contar a história outras vezes.

Os consumidores se sentem atraídos por artesanato relacionado a peças antigas, como as marcas de couro de alta costura e qualidade, conforme destacou Greg Furman, diretor executivo do Conselho de Mercado de Luxo, que presta consultoria a presidentes de grandes empresas e gerentes de mercado sobre a melhor maneira de chegar aos potenciais clientes.

Na hora da venda, salientou Furman, é muito importante ter alguém para fazer uma conexão “emotiva” entre cliente e peça, já que, nesse momento, o preço é o que menos importa.

Semana da Moda de Milão 2009

Wednesday, September 23rd, 2009

A Semana de Moda milanesa começa nesta quarta-feira, após os desfiles de Londres e antes das passarelas de Paris, com cerca de 90 desfiles de moda feminina primavera-verão 2010, em meio à queda das exportações do prêt-à-porter feminino italiano no primeiro semestre de 2009.

A marca Elena Miro, especializada em tamanhos grandes, mais uma vez vai abrir os desfiles que, até 29 de setembro, vão apresentar as coleções das mais famosas marcas italianas.

A partir de quinta-feira, Giorgio Armani e Prada invadirão as passarelas, asim como Just Cavalli. Na sexta-feira será a vez de Alberta Ferretti, Versace, Gianfranco Ferré e Jil Sander, seguidos no sábado por Bottega Veneta, Roberto Cavalli, Emporio Armani, Moschino e Max Mara. As coleções de Missoni, Etro, John Richmond e Salvatore Ferragamo apresentam seus looks no domingo. Na segunda-feira acontecem os desfiles de Dsquared2, Frankie Morello e Laura Biagiotti.

Na quarta-feira e no dia 29 desfilam as marcas menos conhecidas no exterior. Segundo um estudo publicado em 17 de setembro pelo Sistema Moda Italia (SMI, uma federação que reúne cerca de 60.000 empresas do setor de roupas), as exportações italianas do prêt-à-porter feminino registraram forte queda, principalmente da União Europeia, durante os cinco primeiros meses de 2009.

De janeiro a maio, as exportações diminuiram 25,3% advindas da Rússia, 26,8% dos Estados Unidos, 12% da Suíça e 18% do Japão. Na União Europeia, as quedas mais importantes aconteceram na Espanha (-16,7%) e na Grã-Bretanha (-15%). Diante destas cifras, a presidente do SMI, Michele Tronconi, pediu “uma ação da política econômica, com medidas e intervenções do governo a favor do setor nos próximos meses, que modifique a tendência atual reduzindo o tempo necessário para sair do túnel”.

Sem estas medidas, o SMI prevê que 56.000 postos de trabalho poderiam ser suprimidos no setor de moda, sobre um efetivo total estimado em 510.000.

Bolsas da Coleção Verão 2010 da grife Ana Hickmann inovam ao combinar estilo e elegância aos discretos tons de nude

Sunday, September 13th, 2009

Coleção Verão 2010

Coleção Verão 2010

Atenta às tendências mundiais, a marca de acessórios da empresária e apresentadora Ana Hickmann apostou tanto na discrição e na leveza dos tons de nude quanto na sofisticação dos tons terrosos para criar os looks da nova coleção.

Sucesso entre as vitrines e passarelas mundiais, o nude destaca-se pela delicadeza dos tons clarinhos do bege, creme e marfim que seguem em alta na nova estação e dão o tom clássico e suave aos acessórios femininos. Já os terrosos trazem as nuances do café, do caramelo e do chocolate em versões sempre fortes e marcantes.

Dividida em seis linhas, a coleção verão 2010 apresenta suas bolsas em modelos grandes, que visam além da funcionalidade, o charme e o requinte na produção das mulheres. Divisórias versáteis, alças removíveis, franjas, imãs invisíveis, tachas, zíperes, fechos e prendedores super discretos evidenciam o diferencial arrojado sempre presente no designer da marca.

Além das cores clássicas, o nude tem espaço garantido nas modernas Mithus e Give com nuances em marfim, pérola e bege claro, enquanto o marrom e havana entram em cena com as charmosas Dakar e Elegance. O destaque vai para as peças Sky e Safári que chegam às vitrines tanto nos tons de nude quanto nos terrosos, perfeitos para todos os gostos e estilos.

A linha Sky esbanja sofisticação ao combinar o charme do matelassé a um formato moderno com bordas arredondadas. As franjas por quase toda sua extensão, dão o ar descontraído às práticas Safari, inspiradas nas tendências folk, enquanto as lindíssimas Mithus esbanjam brilho ao combinar a discrição do nude ao glamour do perolado.

Lindas e versáteis, as modelagens em estilo country ganham vida com o modelo Give, todo em napa e lona. Quem optar pelas bolsas Dakar encontrará praticidade, modernidade e estilo próprios das mulheres que precisam levar absolutamente tudo consigo! Já a Elegance prima pelo estilo clássico e faz uma releitura sofisticada das delicadas alças de mão.

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