Como escolher uma bolsa feminina ideal

Dicas para não errar na hora de escolher a bolsa

- Se sua estatura for alta, escolha modelos grandes, pois os pequenos só a farão parecer maior;

- Já os baixinhos devem evitar bolsas enormes;

- Preste atenção ao comprimento das alças: baixinhos pedem alças curtas; altinhos, alças longas;

- Para as mulheres com seios fartos recomenda-se evitar as bolsas de alças curtas, que dão a impressão de seios ainda maiores;

- Já as de quadris largos devem ter cuidado com as bolsas que ficam batendo nessa região, o recomendável é que elas atinjam a linha da cintura e não a ultrapassem;

- Os sapatos e bolsas não precisam ser do mesmo material ou cor, desde que combinem entre si, por exemplo palha e couro cru. É preciso combinar o estilo. Se você está de tênis, não use uma bolsa sofisticada;

- Durante o dia opte por bolsas maiores tipo sacos ou mochilas;

- Para a noite prefira bolsas menores e de materiais mais nobres;

- Prefira cintos e sapatos mais lisos quando usar bolsas com alças metálicas ou detalhes metalizados;

- Bolsas muito coloridas pedem roupas e sapatos de tons mais escuros, que não chamem a atenção ;

- Bolsas de verniz exigem sapatos e complementos do mesmo material e são mais usadas no verão;

- Bolsas em plástico transparente, aramados ou tramados em malha aberta, geralmente deixam aparecer o que está dentro. Para usá-los com charme, é imprescindível manter a ordem colocando objetos menores em pequenas e discretas “necessaires”;

- Invista na sua bolsa, pois o acabamento e a qualidade são tudo. Vale a pena pagar mais por uma bolsa que vai durar a vida toda.

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Mercado da moda se reinventa com peças únicas e exclusivas

A guerra da imitação chegou ao fim. Já não está em moda carregar carteiras de marca que todos querem ter ou peças com desenhos populares. Estilistas e costureiros ressaltam que, agora, estão em voga as peças únicas ou exclusivas e, nesse ramo, o que menos importa é o preço.

Em recente reunião do Conselho de Estilistas dos Estados Unidos, a designer Betsey Johnson disse a seus colegas que as “roupas especiais” e os objetos que não pareciam vir de “nenhum lugar especial” são os mais atraentes para sua clientela. Quando se trata de criar uma tendência, Johnson disse que uma cadeia como a H&M poderia fazer muito mais do que ela, porém, ressaltou que essas lojas não podem captar o estilo de sua marca. Por essa razão ela se concentra em peças exclusivas.

– A ideia de criar um padrão estabelecendo um estilo pode parecer mais fora de moda do que costumava ser – avaliou Claire Hamilton, vendedora e assessora de moda da empresa WGSN. – Esta é uma reação à grande rapidez do mercado da moda. As pessoas buscam o inesperado.

Essa tendência vem se fortalecendo de tal modo que até mesmo as grandes redes como a Macy’s estão se voltando à produção de objetos únicos que possam ser atrativos para sua clientela.

A Macy’s é a única loja de departamentos que vende a marca de roupas Desigual, uma linha com design contemporâneo, cujo forte são seus bordados e retalhos. É o único lugar onde se vendem produtos da designer Rachel Roy, conhecida por sua luxuosa linha contemporânea de roupas, sapatos, joias e bolsas femininas.

Cathy Calhoun, uma joalheira de Royersford, na Pensilvânia, e Max Osterweis, de Nova York, que lançou uma coleção de roupas de algodão similares à tradicional túnica da África Oriental, tiveram grande êxito em seus negócios durante a recessão ao oferecer peças exclusivas aos consumidores.

Osterweis deixou de usar moldes antigos para criar uma nova arte em uma fábrica do Quênia da marca Suno, cuja missão é criar uma indústria sustentada pela população local. A primeira-dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, foi fotografada no verão deste ano com uma blusa da marca.

Embora esteja em fase de crescimento, Osterweis não quer que o negócio se expanda demasiadamente, o que lhe permite ter o controle da qualidade de seus produtos.

– A Suno trata de criar um novo paradigma no qual os objetos de luxo vem de um antigo paradigma: coisas muito especiais, difíceis de obter e que trazem uma história –salientou.

A joalheria de Calhoun dispõe de anéis de compromisso e cruzes de primeira comunhão que alguém poderia ver em uma loja suburbana. Mas ela afirma que se tratam de joias antigas, por isso custam mais e despertam mais interesse e entusiasmo nos compradores.

– Isso é o que mais a gente deseja: uma joia com procedência e história. Se tem uma história, então, se há de comprá-la – observou.

Recentemente, Cathy Calhoun vendeu muito rápido um broche de diamantes trabalhado à mão com platina, que datava do começo do século 20. A joia vinha em sua caixa original. Passou de geração para geração por mais de 30 anos. Pertenceu a uma mulher que deixou uma nota que estava na caixa, na qual pedia ao próximo dono do broche que “o guardasse como um tesouro, assim como o fiz”.

– As pessoas vem comprar uma peça sem saber que desejam conhecer uma história. E quando alguém começa a contar-lhes, aí sentem que têm de levá-la – disse. – Quem a compra sente-se importante, especialmente porque tem a oportunidade de contar a história outras vezes.

Os consumidores se sentem atraídos por artesanato relacionado a peças antigas, como as marcas de couro de alta costura e qualidade, conforme destacou Greg Furman, diretor executivo do Conselho de Mercado de Luxo, que presta consultoria a presidentes de grandes empresas e gerentes de mercado sobre a melhor maneira de chegar aos potenciais clientes.

Na hora da venda, salientou Furman, é muito importante ter alguém para fazer uma conexão “emotiva” entre cliente e peça, já que, nesse momento, o preço é o que menos importa.

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Recessão muda tendências de consumo de moda na Grã-Bretanha

A recessão que atinge a Grã-Bretanha causou mudanças na forma como as britânicas consomem roupas, acessórios e artigos de luxo, segundo especialistas ouvidos pela BBC Brasil.

Analistas de tendências de consumo e a imprensa especializada de moda apontam uma preocupação maior com qualidade, ao invés de quantidade.

Segundo Maurice Mullen, editor de Moda, Fragrâncias e Artigos de Luxo do jornal britânico Evening Standard, ao invés de comprar várias roupas baratas por impulso, ou de gastar fortunas em peças de marcas caras, as britânicas estão preferindo planejar com antecedência e adquirir uma única “peça de investimento”, uma roupa coringa.

Essa peça, de valor mais elevado, é então combinada com artigos mais baratos, ou que as consumidoras já tenham no guarda-roupa.

Além disso, as britânicas estão aproveitando a enorme gama de opções mais em conta que existem no país.

“O número de versões baratas de peças de marcas famosas, lojas de desconto e também liquidações tanto nas ruas quanto na internet é tão grande que as pessoas não estão realmente enfrentando problemas para adaptar suas compras às suas novas circunstâncias financeiras”, disse Mullen.

Socialmente aceitável

O professor de Marketing e Psicologia do Consumo da University of Wales Institute Paul Buckley concorda.

“Com a crise, se tornou socialmente aceitável fazer compras em lojas mais baratas, para as quais muita gente torceria o nariz antes da recessão”, disse Buckley.

Esse fenômeno, chamado por aqui de “trading down” (trocando para baixo, em tradução-livre) também pode ser observado no mercado de artigos de luxo, que no passado havia escapado sem grandes arranhões de outras crises financeiras.

Marcas como Rolex e Cartier perderam valor em 2009, enquanto a loja de roupas de preço médio Zara teve valorização, segundo uma pesquisa da consultoria Interbrand e da revista BusinessWeek

“Quem compra artigos de luxo continua fazendo no patamar mais alto, mas quem estava em busca de objetos de luxo na fatia mais barata do mercado está adiando a aquisição até tempos melhores ou buscando alternativas mais baratas”, disse Mullen, do Evening Standard.

Segundo ele, os consumidores que estão procurando relógios de 250 mil libras (cerca de R$ 760 mil), por exemplo, continuam comprando, mas quem estava considerando comprar um relógio de cinco mil libras (R$ 15 mil) provavelmente mudou de idéia.

O professor Paul Buckley explica que isso acontece porque os artigos de preços mais baixos do mercado de luxo são geralmente adquiridos por pessoas que precisam ganhar seu dinheiro todos os meses, enquanto que as maiores extravagâncias são feitas por aqueles que têm recursos sobrando.

Mullen acrescenta que as compras de luxo costumam ser planejadas com antecedência e são as primeiras a ser cortadas quando o orçamento aperta.

Mas ele diz que isso não quer dizer necessariamente que os consumidores estão abandonando completamente essas compras, mas em muitos casos procuram lojas que oferecem parcelamentos ou opções mais em conta.

Pesquisando

Essa opinião é embasada por uma pesquisa do site de comparação de preços europeu Ciao. Segundo a pesquisa, um em cada cinco britânicos não fará uma compra importante sem antes pesquisar preços na internet.

Outra pesquisa, do site de buscas Google, analisou as palavras-chave usadas pelos consumidores britânicos no mês de agosto.

Segundo a pesquisa, buscas pelo termo “presentes de luxo” caíram 29% se comparadas ao ano passado, enquanto a procura por “roupas de marca” sofreu redução de 10%.

Por outro lado, os consumidores estão atrás de pechinchas, com as buscas por “cupons de desconto” tendo aumentado 65%.

As consumidoras britânicas também estão trocando luxos caros, como viagens internacionais ou noitadas fora, por pequenos agrados, como chocolates ou sapatos, segundo os especialistas.

A fabricante de chocolates Cadbury, por exemplo, registrou aumento de 12% nas vendas na primeira metade do ano.

Depois da crise

Mas o que acontecerá quando a economia britânica retomar seu crescimento?

Para Paul Buckley, as pessoas tendem a manter os hábitos que adquirem e levará tempo até que o consumo volte aos padrões anteriores à crise.

Boa notícia para as lojas mais baratas, nem tanto para quem ocupa o topo do mercado.

“Meu conselho para a indústria da moda é continuar a se promover”, diz Mullen, do Evening Standard.

Segundo ele, por causa de questões de imagem, muitas marcas de moda e de luxo não querem oferecer descontos.

“Para essas empresas, pesquisas consistentemente mostram que manter a presença forte através de publicidade e relações públicas durante a crise ajuda a navegar a tempestade financeira de forma mais eficiente.”

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Semana da Moda de Milão 2009

A Semana de Moda milanesa começa nesta quarta-feira, após os desfiles de Londres e antes das passarelas de Paris, com cerca de 90 desfiles de moda feminina primavera-verão 2010, em meio à queda das exportações do prêt-à-porter feminino italiano no primeiro semestre de 2009.

A marca Elena Miro, especializada em tamanhos grandes, mais uma vez vai abrir os desfiles que, até 29 de setembro, vão apresentar as coleções das mais famosas marcas italianas.

A partir de quinta-feira, Giorgio Armani e Prada invadirão as passarelas, asim como Just Cavalli. Na sexta-feira será a vez de Alberta Ferretti, Versace, Gianfranco Ferré e Jil Sander, seguidos no sábado por Bottega Veneta, Roberto Cavalli, Emporio Armani, Moschino e Max Mara. As coleções de Missoni, Etro, John Richmond e Salvatore Ferragamo apresentam seus looks no domingo. Na segunda-feira acontecem os desfiles de Dsquared2, Frankie Morello e Laura Biagiotti.

Na quarta-feira e no dia 29 desfilam as marcas menos conhecidas no exterior. Segundo um estudo publicado em 17 de setembro pelo Sistema Moda Italia (SMI, uma federação que reúne cerca de 60.000 empresas do setor de roupas), as exportações italianas do prêt-à-porter feminino registraram forte queda, principalmente da União Europeia, durante os cinco primeiros meses de 2009.

De janeiro a maio, as exportações diminuiram 25,3% advindas da Rússia, 26,8% dos Estados Unidos, 12% da Suíça e 18% do Japão. Na União Europeia, as quedas mais importantes aconteceram na Espanha (-16,7%) e na Grã-Bretanha (-15%). Diante destas cifras, a presidente do SMI, Michele Tronconi, pediu “uma ação da política econômica, com medidas e intervenções do governo a favor do setor nos próximos meses, que modifique a tendência atual reduzindo o tempo necessário para sair do túnel”.

Sem estas medidas, o SMI prevê que 56.000 postos de trabalho poderiam ser suprimidos no setor de moda, sobre um efetivo total estimado em 510.000.

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Semana da moda de Londres comemora 25 anos em 2009

Semana de Moda de Londres começou nesta sexta-feira, abrindo com o desfile do estilista Paul Costelloe, que colocou na passarela muitas ombreiras e um corte estruturado.

A edição deste ano comemora os 25 anos do evento, mais famoso pela criatividade do que por ter roupas que qualquer um poderia usar.

A crise financeira global foi uma das preocupações dos estilistas na hora de criar os modelos.

“A recessão, sem dúvida, afetou a indústria da moda, mas também serviu para abrir nossos olhos e mostrar que os consumidores não querem as mesmas coisas da última estação, ou da estação anterior. Isso fez com que usássemos mais criatividade, mas sem perder um certo foco comercial”, disse Costelloe.

A Semana de Moda de Londres vai até a próxima quarta-feira, 23 de setembro. BBC Brasil – Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

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Lingerie sofisticada é destaque no mundo da moda feminina

Fruit de la Passion - Lingerie de luxo feminina

Fruit de la Passion

A Fruit de la Passion transforma a arte de confeccionar lingerie em uma verdadeira oficina do amor. Desde que a lingerie saiu das vitrines de lojas e subiu as passarelas, a Fruit tem trabalhado modelando fantasias, alinhando desejos e costurando sonhos.

Quem abre a porta desta fábrica de sonhos é a coleção Chic Poetique com todo o romantismo e sofisticação da laise. As lingeries com maxi flores bordadas no tule e musseline vão levar qualquer homem ao Jardim do Éden.

Com detalhes em plissé delicado e transparente a coleção Veronese vai encantar as mulheres mais sofisticadas. A coleção Beverly Hills traz o calor californiano através da sua estampa floral e cores quentes. Para as mulheres que gostam de marcar presença, a luxuosa coleção Fatale Milão com tule bordado em relevo com transparência em sobreposição, apliques de cristais e aberturas estratégicas traça a rota da sedução. Os fru-frus e poás fazem da coleção Anick uma das mais elegantes e charmosas.

Com renda importada e aplicações de borboletas, a lingerie Butterfly in Love vai pousar em sua vida com muito romantismo. Em puro algodão e estampa de gatinhos, a coleção Playing Cats vai amansar qualquer felino.

Para complementar essas criações, foi desenvolvida uma nova coleção de ´´biju de corpo“, com acessórios luxuosos que arrematam com muito fetiche qualquer produção.

Entre neste Atelier D´Amour e saia totalmente encantada.

Onde encontrar:

Morumbi Shopping – Av. Roque Petrônio Jr. 1.089 – Loja 122 – Tel.: (11) 5189-6611 – Jardins das Nações – São Paulo

Jardins – Alameda Lorena, 1.774 – Tel.: (11) 3064-3334 – São Paulo

Shopping Leblon – Afrânio de Melo Franco, 290 – Loja 212 f – Tel.: (21) 3875-1688 – Rio de Janeiro

Barra Shopping – Av. das Américas, 4666 – Loja 130 E piso Lagoa – Te.: (11) 3089-1338 – Rio de Janeiro

Fonte: Celso Fernandes, jornalista, escritor e www.portocultura.com.br

A Fruit de la Passion transforma a arte de confeccionar lingerie em uma verdadeira oficina do amor
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SENAI Moda promove o ‘Alto Verão Carioca’

De 16 a 18 de setembro, showrooms na Zona Sul do Rio antecipam para compradores nacionais e internacionais as novidades que estarão nas vitrines na próxima temporada quente .

O SENAI Moda, centro de inteligência em moda do Sistema Firjan, apresenta o ‘Alto Verão Carioca’, evento profissional de atacado para o público comprador de moda. Setenta compradores nacionais e oito internacionais vips convidados pela Firjan, além de compradores espontâneos, percorrem showrooms e ateliês de 40 marcas na cidade, incluindo a participação dos polos de moda do Rio de Janeiro, no período de 16 a 18 de setembro. O evento tem com base o Hotel Ipanema Plaza (Rua Farme de Amoedo 34 – Ipanema).

A abertura oficial do ‘Alto Verão Carioca’ foi no dia 15 (terça-feira), na Casa Julieta de Serpa, com a palestra “Diferenciação, equilíbrio e coerência de coleção em varejo de moda multimarca”, para convidados. O presidente do Instituto Rio Moda, Roberto Meireles, dará enfoque em como lojistas de multimarcas podem compor um espaço harmônico, com posicionamento distinto, apesar de agrupar produtos de autorias diferenciadas. O encontro é um momento de integração entre lojistas compradores e expositores.

Os grupos seguem roteiro organizado com orientação especializada do SENAI Moda e do Centro Internacional de Negócios do Sistema Firjan. O Alto Verão Carioca conta com o apoio do Sebrae-RJ, ABIT (Associação Brasileira da Indústria Têxtil) e APEX (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimento), por meio do Programa TexBrasil, e registrou, nos dois últimos anos, vendas em alta, com incremento de 5% em 2008, comparado ao ano anterior.

“O Alto Verão é uma estação bem específica que, segundo os próprios expositores, corresponde entre 30% a 40% do faturamento anual. A data é muito importante para abastecer as lojas para as festas de fim de ano e para os meses de janeiro e fevereiro, já que temos um verão muito longo. A proposta é criar mais um momento de compra e facilitar o acesso aos showrooms das grifes, que anunciam novos produtos e reeditam coleções para o verão”, afirma Cristiane Alves, gerente do SENAI Moda.

Os compradores nacionais são as principais multimarcas identificadas no Brasil, que passam por seleção criteriosa. Quanto aos oito internacionais que participam desta edição, sete são novos e foram selecionados a partir do perfil do evento e do potencial de negócios. São eles: Glow e Al Houssami, do Líbano; Carte Blanche, da Holanda; Worlds Aparte e Babel Fair, dos Estados Unidos; Ginger and Lace, dos Emirados Árabes; Hi Expectations, da Irlanda e The Afterchock, do Reino Unido, que participará do circuito pela segunda vez.

“A expectativa é fortalecer ainda mais o evento, justamente em um momento que a economia internacional dá sinais de recuperação, o que favorece o ambiente de negócios. Neste cenário, esperamos compradores mais otimistas e dispostos a ampliar seus volumes de compra. É um momento de retomada”, afirma o gerente Internacional de Operações da FIRJAN, João Paulo Alcantara.

Participam desta edição as marcas Agilitá, Alessa, Basthianna, Botswana, Brise, Cavendish, Cholet, Chow, Claudia Simões, Corporeum, Datskat, Dautore, Ecletic, Enjoy, Espaço Fashion, Faven, Fuori, Gisele Barbosa, Giulietta, Ixia, Litt, Lode, Lucidez, Luisa Herculano, Mara Mac, Marajoara, Maria Bonita, Maria Bonita Extra, Maria Filó, Mary Zaide, Metally, Osklen, Shop 126, Squadro, Tempo 4, Tessuti, Ton Âge, Totem, Tussah, Victor Dzenk, Xsite e os polos de moda de Calçados e Acessórios, Campos, Ipanema Top 550, Jóia Rio, Niterói, Nova Friburgo, Petrópolis, São Cristóvão, São Gonçalo e Sul Fluminense.

Cada marca expõe o desdobramento do verão 2009/10, ou seja, uma coleção inédita. O alto verão chama a atenção para o lado despojado da temporada quente. A marca Mara Mac apresenta uma coleção em que destaca a camisaria branca e os vestidos com recortes e estampas de espátulas. “O alto verão é um pedacinho de tempo muito especial e as pessoas gostam de usufruir com roupas mais leves, sem perder a sofisticação”, acentua a estilista Mara Mac Dowell, que participa do evento desde a sua primeira edição. E acrescenta: “Uma iniciativa como esta do SENAI Moda é bem-vinda para a ampliação do mercado. O Brasil é quase um continente, cheio de diversidades regionais, logo a oportunidade de ter contato direto com lojistas de todo o país é muito interessante”.

Mary Zaide, outra estilista que está presente desde o começo do evento, foca a sua coleção nas festas de final de ano e nas férias. Sua aposta está nos vestidos e nas bermudas urbanas. “O verão é nossa estação mais importante e, sem dúvida, merece dois lançamentos. Desta vez brinco com o encontro de cores como branco e preto, branco e nude, cinza e amarelo, tudo em tecidos que acompanham os movimentos do corpo”, explica.

Alessa Migani joga cores fortes e muitas estampas na coleção que valoriza os vestidos em todas as suas interpretações. “O alto verão é a cara do Rio de Janeiro e nossa oportunidade de vender o jeito carioca de ser elegante”, afirma. Para Oskar Metasavah, diretor de estilo da Osklen, o alto verão confirma o que foi lançado no verão. “O lifestyle carioca já tem seu lugar garantido na moda e no alto verão fazemos uma coleção ainda mais leve”, diz.

Esta edição ganha a parceria do Instituto Rio Moda, que traz nove jovens estilistas ao circuito pela Zona Sul. São as marcas Angelita Feijó (calçados); Bossamare (moda praia); British Colony (masculino e feminino); Daniella Martins (moda feminina); Eu com Elas (moda feminina); Fabulous (linha jovem); Lucci (moda feminina); Pailletes (moda jovem); Vitess (moda praia).

Grifes.: AGILITÀ – Criada a partir do encontro das amigas Agnes Crochi, Lucinda Aziz e Vânia Almeida, a Agilità apresenta um mix de produtos que valorizam o feminino nos detalhes e acabamentos, apostando na fórmula luxo + estilo + sofisticação. Consagrada por estrelas e formadoras de opinião, a grife veste mulheres que não abrem mão da sensualidade chic.

ALESSA – A carioca Alessa Migani, tataraneta do alfaiate do Papa e mestre em Design pela Central St. Martins, de Londres, usa muito humor e brasilidade como matéria-prima em suas criações. Explorando técnicas artesanais sofisticadas e conceitos com design contemporâneo, o produto “Made in Alessa” é um híbrido de publicidade, design e moda, áreas em que a estilista atua se autodefinindo como “dreamaholic”. Irreverente e ousada, Alessa é famosa por explorar espaços inusitados para seus desfiles, como supermercado, oficina de automóveis, cozinha do Copacabana Palace, Morro Pão de Açúcar e sua própria casa. Está atualmente em 120 multimarcas no Brasil e em 27 países.

BASTHIANNA – Juliana Marçal e Flávia Marques uniram seus talentos e paixão pelo mundo da moda e assim criaram Basthianna. Lá, as amigas apresentam suas coleções que reúnem tendências com suas próprias inspirações e referências. Em apenas dez meses, a grife já percorreu um caminho que muitas marcas levam anos para atravessar e já contabiliza lojas no Shopping Vertical, Ipanema 2000, BarraShopping e no Shopping Downtown. Os mimos assinados pela dupla também podem ser encontrados em mais de 75 multimarcas espalhadas pelo país.

BOTSWANA – Sob a direção de Rony Antunes e coordenação de estilo de Ana Paula Antunes, a Botsawana é referência em moda jovem no Rio de Janeiro. Suas coleções estão sempre em sintonia com as tendência da estação e com o lifestyle carioca. A marca vem se destacando por suas roupas criativas, fabricadas com matéria-prima de qualidade, estampas exclusivas e acabamento diferenciados. Sua cliente é a mulher jovem, que gosta de peças personalizadas e descontraídas que mostrem atitude e que valorizem a sua feminilidade. Através do atacado, a marca está presente nas melhores multimarcas do país e sua carteira de clientes está em constante expansão, inclusive no mercado internacional.

BRISE – Um verão fresco na Riviera Francesa. Uma coleção sofisticada, jovem e praiana. Blusa de malha geladinha, afastadas do corpo, com ombro caído para serem usadas com shorts jeans detonados e delaveé clarinho. Bicolores, listrados navy, sainhas de cinturas marcadas usadas com regatonas despretensiosas de malha devore. Estampas florais de traços aquarelados supercoloridos. Gráficas em coloração rainbow. Linho amassado, jérseis sensuais, drapes para a night. Tecidos de algodão leve, de camisaria, listradinhos sobretintos, maquinetados em cores vibrantes. Um perfume hippie nos acessórios, reforçando o visual high low de quem frequenta um balneário como a Cote D’Azur. Em clima quente, brisa leve, um brinde com vinho branco geladinho, a Brise apresenta a coleção alto verão 2009/2010 “VIVE L”ÈTE”!!

CAVENDISH – Há mais de 10 anos no mercado, a Cavendish de Carla e Paula Cavendish, te msete lojas próprias de varejo no Rio e conta com 300 pontos de venda espalhados pelo Brasil com presença nas melhores multimarcas de todas as capitais. A Cavendish nasceu em Ipanema e mostra uma moda jovem e atual, voltada para a mulher urbana e sofisticada. As estampas exclusivas, desenvolvidas por artistas plásticos são o grande diferencia. Bordados e trabalhos manuais de qualidade tornam a marca única no mercado.

CHLOET – Há 18 anos respirando moda, a Chloet vem se destacando e se consolidando no mercado nacional. O DNA da marca é definido como uma moda inspirada na essência feminina, que trabalha o casual chic voltado para mulheres entre 20 e 35 anos. Possui lojas nos melhores shoppings center do Brasil, além de se fazer presente nas melhores lojas multimarca do País. Além da linha casual fashion, se destacam os coktail dresses. Temos ainda nosso jeans wear, bem focado na mulher Chloet. A empresa tem um compromisso com o mercado: de se apresentar um produto ecologicamente correto, com muita bossa e qualidade.

CHOW – A Chow nasceu em 2006, nas últimas edições da Babilônia Feira Hype. Com um produto diferenciado, a sua participação foi um sucesso. Então, vieram três lojas no Rio em apenas seis meses, em seguida franquia. Com forte atuação no atacado, participação no Fashion Business e nos maiores showrooms, hoje está presente nas principais multimarcas do país. Seu estilo contemporâneo agrada às jovens mulheres modernas sempre “antenadas” com o que há de mais novo e prático, sem perder a feminilidade. Sempre investindo em tecidos, estamparia exclusiva e modelagem diferenciada, a Chow abre caminho nesse mercado exigente onde é preciso aliar design e praticidade a preços competitivos.

CLAUDIA SIMÕES – A Claudia Simões, criada em 1989, é sinônimo de estilo, qualidade e exclusividade. Veste mulheres informadas, sofisticadas e com atitude. A coleção destaca a alfaiataria, a estampas exclusivas, os vestidos e uma camisaria arrojada, sempre preocupada com a cultura têxtil nas fibras naturais e na inovação dos tecidos tecnológicos. Participando do Fashion Rio desde o inverno de 2009, a marca se encontra em processo de expansão. Com lojas no rio de janeiro, Macaé, Campinas, Brasília, Natal e Fortaleza, a Claudia Simões aposta num crescimento através das multimarcas e franquias pelo Brasil.

CORPOREUM – A Corporeum entra no ambiente da arte e natureza homenageando o escultor e artista plástico Franz Krajecberg. O tom de Krajecberg entra na coleção exalando criatividade com muita sofisticação. Estruturas mais rígidas e secas com muitos drapês, relevos, fendas e recortes inusitados entram no closet como objetos de arte em uma galerie. Os ombros despem-se de apenas uma manga dando ao corpo um suspiro a mais de sensualidade. Vestidos abraçam a cintura deixando-a cada vez mais marcada. E o resultado da mistura moda, arte e natureza sugere um romance promissor com uma modernidade peculiar que aflora no design do Verão 2010 Corporeum.

DATSKAT – A Datskat é jovem, antenada e alegre como o Rio. Viagens, música e arte são referências paraa criação de coleções que sempre falam de liberdade e sonho, com peças coloridas e muitas estampas para quem gosta de brincar com a moda e estar sempre ligada a tudo que acontece no mundo. Com duas lojas no Rio, em Ipanema e no Leblon, tem seu principal foco no atacado para multimarcas, atendendo desde 2004 a mais de 350 pontos de venda em todo o Brasil.

ECLETIC – A Ecletic surgiu numa galeria tipicamente carioca em Ipanema, bairro nobre do Rio de Janeiro, em 1992. A idéia foi desenvolver roupas para universitárias, meninas entre 18 e 25 anos, moradoras da Zona Sul, a típica carioca. Uma consumidora que une o básico ao bom gosto e a praticidade à moda. E com esse foco geramos a fórmula de crescimento e sucesso da marca Ecletic. Hoje somos um ponto de referência da moda carioca. Possuímos uma rede de 12 lojas de grande porte situadas nos melhores pontos do Rio de Janeiro.

ENJOY – A Enjoy é uma marca de moda feminina do Rio de Janeiro, que oferece uma moda confortável, casual e feminina. Cada momento Enjoy é uma experiência única de bem-estar e alegria. Marca que nasce uem 1996, a Enjoy hoje distribui a brisa e a leveza da moda carioca para todo o Brasil, com mais de 40 lojas nos melhores shoppings do país. Em 2008, a marca abriu sua primeira loja em São Paulo, onde abre mais quatro pontos este ano, consolidando a Enjoy nacionalmente. Mulheres dinâmicas, versáteis e modernas vestem Enjoy!

ESPAÇO FASHION – O envolvimento de Bianca e Camila Bastos com a moda é quase genético, já que as duas cresceram em contato com fábricas, moldes, peças-piloto e croquis no convívio co ma mãe, que sempre trabalhou com moda. A marca começou em 1996: em casa as irmãs produziam roupas que gostavam de usar e que eram vendidas a amigas. Hoje, o Espaço Fashion conta com lojas no Rio de Janeiro, São Paulo, Ribeirão Preto, Belo Horizonte, Juiz de fora, Salvador e Porto Alegre. As coleções buscam temas que traduzem a feminilidade contemporânea e o espírito antenado e moderno da marca.

FAVEN – Para o alto verão 2010, a Faven traz uma coleção lúdica e dá continuidade ao trabalho onde tem como trama-base o tricot, pontuado por tecidos planos naturais em misturas que transparecem alegria e sofisticação. Para o shape, atenção especial aos ombros. Sem deixar de perder a feminilidade. Sobreposições de materiais, leves assimetrias e cintura marcada são também norteadores desta coleção. A cartela de cores mostra um trabalho conciso, com momentos intensos, harmonizados com tonalidades neutras como algodão natural, khaki, rosados e azuis. Os acessórios reforçam o ludismo em combinações de cores divertidas e formas simplificadas em propostas de multiplicidade.

FUORI – Para a coleção de verão 2010, a Fuori escreve mais uma página em branco. O branco “totallook”, que abusa de geometrias e de recortes, enfatiza romantismos, percorre todas as nossas coleções e traz a familiaridade da marca e o seu fresco de volta. Peças-chave, fáceis de usar, combinam com o denim, a rasteira, o salto, o dia e a noite. E sendo branco, tem uma verdadeira obsessão com adornos, texturas. Riquezas de detalhes, trabalho minucioso de bordados e originalidade de aviamentos. Pinceladas de cores nos vivos e nas faixas soltas que acompanham a maioria das peças conferem vitalidade e energias únicas. Mais uma página em branco no caminho da marca, que logo será preenchida com histórias de cor e otimismo.

GISELE BARBOSA – Com quase cinco anos de existência, a grife Gisele Barbosa, conhecida pelos bordados, tingimentos naturais e aplicações, possui compromisso com a criatividade, qualidade e responsabilidade social. A grife está presente em todas as regiões do país, sendo comercializada em quase todos os estados brasileiros. Além disso, exporta para países como Japão, Austrália, Itália, Estados Unidos e Costa Rica. No ateliê da estilista Gisele Barbosa não entram máquinas, Cada peça carrega um pouco da história de quem a confecciona!

GIULIETTA – A felicidade está nas coisas simples da vida. Desejos, alegrias e sensações preenchem este universo leve e especial que permeia as criações da Giulietta. Neste encantador ninho de ideias, Priscila Barcelos e Rosa Duarte dão vida a peças encantadoras, com riqueza de detalhes e romantismo ímpares. Personalidade e feminilidade dão toque final emergindo da essência das criadoras.

IXIA – Após criar, desenvolver e produzir roupas para grifes brasileiras durante 20 anos, os donos da Ixia resolveram lançar uma marca própria. No melhor estilo carioca, a roupa da Ixia preza pelo conforto, mas com muito estilo para vestir uma mulher de personalidade e atitude, que precisa sair de manhã e estar bem vestida até a noite. Fruto de viagens internacionais, pesquisas de tendências, muita observação e todo o conhecimento de quem tem um vasto repertório na área de confecção, as peças da Ixia são comerciais, mas com uma característica única.

LITT` – LITT` é um projeto que, apesar de novo, tem muita estória para contar. Sua semente foi plantada em 1998, sob o o nome de Agilità Girls e cuidada com muito carinho desde então. Com a marca consolidada por todo o Brasil, era bem-vinda a hora de caminhar sozinha. Nascia a LITT`! Sob o nickname de LITT`, esta proposta Agilità de vestir uma mulher ainda mais jovem, agregando estilo e qualidade, reforça o comprometimento de levar até você o que há de melhor na moda.

LODE – Fundada no Rio de Janeiro em 2005, a Lode desenvolve suas coleções a partir da observação do comportamento humano nas grandes cidades, traduzindo-se em peças que agregam praticidade, conforto e versatilidade. Nesse contexto, o jeans figura como peça-chave da marcar, e é em torno dele que os demais artigos são desenvolvidos. Por investir em peças que circulam tão bem durante o dia quanto à noite, nosso estilo desperta o interesse do homem e da mulher que curtem mesclar informações e estar atualizados quanto às últimas tendências.

LUCIDEZ – A Lucidez trabalha para atender aos desejos de uma mulher sofisticada, independente, que sabe o que quer comprar e vestir. Sua preocupação é com acabamentos e modelagens perfeitas, Além, claro, de tecidos de qualidade. Por isso, suas peças são usadas em qualquer lugar do mundo. Uma marca direcionada para o atacado, a Lucidez desembarcou no exterior há sete anos. Desde então, já são mais de 15 países no seu mapa de exportação. Sempre com a assinatura da estilista Márcia Azzi e sua equipe de estilo, a Lucidez está sempre criando produtos de qualidade, com charme e feminilidade.

LUISA HERCULANO – Os acessórios da marca Luisa Herculano são vistos e produzidos como verdadeiras obras de arte, pois são feitos à mão e – apesar de serem artesanais – têm controle de qualidade industrial. Todo colar é um projeto, onde os fios de algodão vão ganhando forma aos poucos, sempre acompanhados de cor e ritmo, tecendo um design diferente e inovador. Além do mercado interno, suas peças podem ser encontradas no Japão, França, Itália, Grécia e Austrália. Em março, a revista Elle japonesa apontou a marca como uma das novidades da estação.

MARA MAC – Mara Mac Dowell assina o estilo Mara Mac. Jornalista por formação, foi no mundo da moda que Mara encontrou seu verdadeiro seu verdadeiro talento. Criar roupas com atitude e investir no modo de vida de mulheres atuantes e atuais são os objetivos desta estilista, que é chamada pela imprensa de “A Chanel Carioca”. Lançadora de coleções autorais nas duas edições anuais do Fashion Rio, a Mara Mac aposta em roupas de qualidade com estilo inovador. Feita de contrastes, novas idéias e dinamismo, Mara Mac está em constante transformação, como se pode perceber nos diferentes temas em que escolhe para inspirar suas coleções.

MARAJOARA – A marca surgiu quando André Bendavit, um dos sócios, estava morando em Sidney. Para fugir dos trabalhos típicos de estudantes, ele decidiu vender biquínis que o amigo Fernando Stambowsky produzia no Brasil. O projeto deu certo e a dupla fechou uma grande venda para uma rede de lojas australiana com mais de 100 pontos. Logo começaram aparecer nos veículos locais e chegaram a Marcedez Fashion Week. Na temporada seguinte, apresentaram a coleção na Australian Fashion Week, em Melbourne, junto com grandes marcas, e logo em seguida, na Sarajevo Fashion Week. Depois do sucesso internacional, a maracá agora se firma no mercado brasileiro. Em 2007, abriram um showroom em Ipanema, recheado de peças com qualidade, conforto e ricas em detalhes. Isso sem falar nas estampas exclusivas. E é assim, vivendo a vida, que a Marajoara vai invadir as praias e injetar o seu lifestyle otimista.

MARIA BONITA – A Maria Bonita, criada há mais de 30 anos, faz um estilo contemporâneo e globalizado para mulheres informadas e sofisticadas, que acompanham as tendências e buscam qualidade. A marca é conhecida pelas roupas de corte impecável, caimento perfeito e também pela apresentação de tecidos trabalhados e novas técnicas de acabamento. Ela ocupa lugar de destaque no cenário da moda nacional de luxo. O estilo é coordenado por Danielle Jensen, ex-primeira assistente de Maria Cândida Sarmento, desde 2003.

MARIA BONITA EXTRA – A Maria Bonita Extra, marca do Grupo Maria Bonita, nasceu para fazer uma moda jovem, feminina, versátil, romântica e urbana. Desde o seu lançamento em 1990, vem conquistando um público seleto que gosta de moda, consolidando-se no mercado nacional como referência de tendência e comportamento. O estilo da marca é coordenado por Ana Magalhães. A Maria Bonita Extra também está presente em outros países espalhados pelos cinco continentes.

MARIA FILÓ – Criações cheias de bossa e super femininas. Esse é o espírito da Maria Filó, que desde 1997 vem conquistando o público com seu estilo e detalhes que fazem toda a diferença. O cuidado especial com a marca faz parte da sua trajetória, desde a escolha do nome, que reflete o espírito brasileiro, ao desenho e local dos seus pontos de venda. Atualmente, a Maria Filó conta com mais de 30 lojas e está presente nas melhores multimarcas do país. Com uma ampla linha de produtos, a marca investe numa moda jovem repleta de frescor e atitude, e segue de malas prontas com seu plano de expansão.

MARY ZAIDE – A grife Mary Zaide é voltada para uma mulher com personalidade e atitude sofisticada. Mary Zaide, criadora e designer da grife, apresenta a cada coleção a tradução do luxo urbano e das tendências que refletem esta atitude. Além da Mary Zaide, faz parte do grupo a grife jovem, descolada e badalada Miss Zaide e também a masculina Essencial. As 17 lojas das grifes estão presentes nos melhores shoppings do Rio, São Paulo, Curitiba e Brasília, e em 300 multimarcas no Brasil e exterior.

METALLY BIJOUX – Neste verão, vamos trabalhar metais e elementos da natureza, contrastando a delicadeza das pérolas com a rusticidade das cordas, couros, corrente e barbantes, tudo isso misturado o glamour do ouro e a elegância da prata. Criamos também uma linha contemporânea com metais amassados e polimentos especiais, colorindo com pedras coral, turquesa, verde, areia, não esquecendo o clássico preto e branco.

OSKLEN – A Osklen se inspira no dinamismo da metrópole e na exuberância da natureza brasileira, dando vida a um estilo baseado na harmonização dos contrastes, unindo sofisticação e despojamento. A marca representa o lifestyle da mulher e do homem contemporâneos, em um mundo onde convivem o urbano e a natureza, o global e o local, o orgânico e o tecnológico. Presente nas principais cidades do país, a marca hoje possui lojas em Milão, Roma, Nova York e Tokyo, além de showrooms na Itália, França, Grécia, Rússia, Austrália e EUA.

SHOP 126 – Rio e São Paulo, África e Havaí, França e Turquia, praia e cidade, estilo garimpado no mundo, o Alto Verão 2010 Shop 126 de Raquel Alt é feito de misturas. Glamour versátil de nômade chique, a coleção evolui em saias longas fluidas ou minis dançantes, vestidos com decotes surpresa, camisetas soltinhas, coletes handmade e boleros. Do trabalho à happy hour, a sedução é instantânea, fresca e gostosa com laises e crochês artesanais suavizando uma alfaiataria revolucionada pela calça sarouel. Acqua, branco, melon, pink, coral, trevo e o básico preto colorem uma cartela em que a estampa, elemento cult da marca, seduz.

SQUADRO – A Squadro surgiu em 1996, quando Renata Campos, cursando Engenharia Civil, começou a desenvolver peças de tricot. A produção cresceu e a engenharia ficou só no nome da marca, que hoje é reconhecida por atender as necessidades da mulher contemporânea. O tricot permanece presente, entre outras matérias primas que se misturam, inovando a cada troca de coleção. A marca tem atualmente dois showrooms, localizados em São Paulo e Belo Horizonte, com vendas para todo o Brasil, além de exportar para alguns países europeus como Arábia Saudita, Portugal e França.

TEMPO 4 – A Tempo 4 aposta na moda autoral, com a personalidade, para vestir a mulher moderna. Aquela que ainda se permite sonhar, apesar do ritmo intenso do cotidiano. Peças versáteis, fáceis de usar e combinar, perfeitas para acrescentar charme ao guarda-roupa de quem trabalha, estuda, passeia, é mãe, filha, companheira e, principalmente, sabe escolher qualidade. Puro desejo, nas roupas mais casuais, vestidos de coquetel, festa e ocasiões especiais está na loja de Icaraí, Niterói, e nos showrooms de Ipanema, Rio de Janeiro, e de São Paulo, e nas melhores multimarcas de todo país.

TESSUTI – A natureza exuberante e as cores luminosas do Rio de Janeiro foram o cenário para o nascimento da Tessuti nos anos 80. A marca se destaca no mercado de moda feminina por desenvolver estampas exclusivas, trabalhar com tecidos nobre, bordados e acessórios que encantam sua clientela. A grife possui sete lojas próprias: no Rio de Janeiro, em São Paulo e Brasília. No segmento atacado, atende a lojas multimarcas de todo o Brasil e do exterior.

TON ÂGE – Há mais de 30 anos no mercado, a Ton Âge é uma confecção feminina destinada a mulheres sofisticadas que buscam um produto diferenciado. Apresenta duas linhas bem diferenciadas: casual (Ton Âge Jeans) e a linha festa (longos, longuetes, etc.). Modelagens atuais encontradas nas melhores lojas de multimarcas do país.

TOTEM – Surfista e jornalista, Frede d’Orey abriu a Totem em 1995, em Ipanema, coração do Rio, o lugar onde ele nasceu e também perfeito para mostras que a praia podia ter mais cor e mais elegância. A fórmula que começava a nascer unia estampas coloridas com ar retro, formas simples e tecidos leves. Para completar, música e cultura como inspiração das coleções geraram uma identidade forte, única, que fez da Totem “uma marca que pensa”. Assim como o Rio de Janeiro, a Totem extrapolou sua vocação natural de grande balneário e conquistou a informação das grandes metrópoles. A coleção cresceu e foi parar nas principais vitrines do Brasil e do mundo. Hoje, a marca tem 10 lojas no Rio, está presente em mais de 15 países (Austrália, EUA, México, Porto Rico, Chile, Portugal, Espanha, França, Itália, Inglaterra, Irlanda, Grécia…), com mais de 300 multimarcas internacionais e 200 nacionais.

TUSSAH – A marca Tussah nasceu com a mentalidade de priorizar a qualidade de produto e serviços prestados ao cliente, focando num design moderno e diferenciados, e qualidades não só no design em si, mas também no material, no acabamento e na modelagem. O produto Tussah é focado na mulher atuante no mercado, informada, sofisticada e despojadas, com a imagem da carioca e da brasileira no despojamento e na alegria, e tem como principais características: o design elaborado e atualizado, explorando e retrabalhando matérias e forma; o compromisso com a qualidade de produto e serviços aos clientes; além de uma preocupação muito grande com a identidade da marca.

VICTOR DZENK – O estilista Victor Dzenk busca, a cada estação, temas genuínos para desenvolver suas coleções, e os traduz na estamparia digital exclusiva e em peças arrojadas e sensuais que encantam clientes e celebridades, como Luiza Brunet, Giovanna Antonelli, Preta Gil, Mariana Ximenes, Natália Guimarães, entre outras, que usam suas produções em eventos badalados. A marca está presente nas melhores multimarcas do Brasil, e vem conquistando cada vez mais espaço no cenário internacional, principalmente em países da Europa e Emirados Árabes.

XSITE – Estabelecida no mercado da moda há 16 anos, a Xsite nasceu da paixão pelo lifestyle carioca e a vontade de desenvolver uma história nova: roupas com uma estética autêntica, confortável, surpreendente, propícia para qualquer ocasião. O DNA foi se revelando a cada coleção, através de peças que uniam o despojado e sensual, o cool e irreverente, o básico e sofisticado, com pitadas de estampas desenvolvidas com um jogo de cores e modelagens de vanguarda. Instalada hoje no charmoso bairro de São Cristóvão, num casarão tombado pelo patrimônio histórico, a Xsite comprova, além do seu amor pela cidade do Rio de Janeiro, o seu foco em estruturação e planejamento, visando a expansão da marca através de lojas próprias nas mais importantes capitais brasileiras e também nas melhores multimarcas do país!

POLO DE CALÇADOS E ACESSÓRIOS- O Polo de Calçados e Acessórios do Rio de janeiro existe desde 2006 com o intuito de implementar, entra empresas do setor, ações conjuntas que ajudem a desenvolver o mercado aliando criatividade e inovações tecnológicas. Originalmente, apenas com fabricantes de sapatos, o Polo da Cidade do Rio conta hoje com empresas que fabricam também bolsas e acessórios diferenciados.

POLO DE MODA DE CAMPOS – Conta com 100 empresas formais e tem produção bem diversificada. O principal produto é o jeans. Malharia, moda íntima e peças customizadas em ateliês são os demais produtos oferecidos pelo pólo.

INSTITUTO RIO MODA – O Instituto Rio Moda é um espaço aberto a talentos que visa formentar o desenvolvimento de competências profissionais no campo da moda. Inaugurado em setembro de 2008, preenche espaços ainda desocupados na constelação de iniciativas voltadas para formar e capacitar showroom no Instituto Rio Moda oferece mais uma alternativa ao roteiro dos compradores convidados, que circulam em busca de novas propostas diferenciadas e consistentes. Em um andar exclusivo do Hotel Promenade Visconti, em Ipanema, nove talentosos designers convidados pela curadoria do Rio Moda apresentarão suas coleções em meio a uma atmosfera de requinte, objetividade e profissionalismo. Designers convidados: Angelita Feijó, BossaMare, British Colony, Daniella Martins, Eu com Elas, Fabulous, Lucci, Paillettes, Vitess.

IPANEMA TOP 550 – O Ipanema Top 550 é o shopping de atacado que concentra mais de oitenta lojas de pronta-entrega das principais grifes de moda do Rio de Janeiro. Os showrooms das grifes ocupam os 23 andares deste supercondomínio, que fica na esquina das ruas Visconde de Pirajá com Aníbal de Mendonça, no badalado e charmoso bairro de Ipanema. É parada obrigatória de lojistas e compradores profissionais de moda de todo o país devido às facilidades de acesso, conforto e segurança.

JOIA RIO – O setor fluminense de jóias e bijuterias tem tido presença significativamente ampliada nos eventos de moda nos últimos anos, com resultados muito positivos. As empresas que vêm representando o Rio nesses eventos oferecem produtos com design diferenciado, já reconhecido em todo o Brasil. Sua capacidade produtiva permite suprir a demanda por produtos refinados e inovadores, bem como desenvolver parcerias para crias coleções exclusivas. Empresas participantes do pólo: Africa Universal, Donadequê, Etc, MB Exclusive Biodesign.

POLO DE MODA NITERÓI – Comospolita, moderna, com charme exclusivo e inovador, Niterói reúne empresas, entre grifes e profissionais, que se destacam no cenário fashion, afirmando a sua vocação de lançadora de moda. Na região, existem cerca de 400 empresas ligadas ao setor. A moda Niterói é diversificada e multisensorial, com empresas que produzem moda feminina e masculina, praia e esporte, além de acessórios em couro, calçados e bolsas, jóias, bijuterias e ateliês de customização e alta costura.

POLO DE MODA DE NOVA FRIBURGO – O Polo de Moda Íntima de Nova Friburgo e Região está situado na região serrana do Rio de Janeiro e abrange doze municípios: Nova Friburgo, Cordeiro, Cantagalo, Carmo, Bom Jardim, Dias Barras, Macuco, Cachoeira de Macacu, Santa Maria Madalena, São Sebastião do Alto, Sumidouro e Trajano de Moraes. Fazem parte do Polo cerca de 900 confecções de lingerie, moda praia e fitness. Juntas, tais empresas geram mais de 22 mil postos de trabalho diretos e indiretos, e produzem, aproximadamente, 125 milhões de peças por ano. Hoje, o Polo ocupa 25% do mercado nacional. O Polo de Moda Íntima de Nova Friburgo e Região desenvolve constante trabalho de pesquisa em design e tecnologia sendo referência para o setor. Sua trajetória de sucesso, representa a força e o desenvolvimento industrial de pequena e média empresa no Brasil.

POLO DE MODA DE PETRÓPOLIS – As 100 milhões de peças comercializadas anualmente elevam o nome de Petrópolis como uma dos melhores e maiores pólos industriais de confecção do país. Design moderno e peças com toques artesanais atraem compradores de todo o país e do exterior. Roupas práticas e com estilo, que acompanham as tendências são os diferenciais do pólo. Referência no setor do Brasil, o pólo adotou uma fórmula básica: investimento no potencial humano para que a criatividade esteja sempre em alta na confecção de novas peças e, qualidade sempre, conquistada com equipamentos de ponta e matéria-prima selecionada. Grifes participantes: Calabrote, Cola Colorida, Mc Kenzie Store, Off Rio, Pele na Pele, Tazza, Thiamo, Watercolour.

POLO DE MODA DE SÃO CRISTOVÃO- A Universidade Veiga de Almeida, em parceria com o Sebrae/RJ, a Prefeitura e o Governo do Estado do Rio de Janeiro, Reuniu os empresários do setor de moda, instalados em São Cristóvão, para formar o APL Moda Carioca – Bairro Imperial de São Cristóvão. As 47 empresas participantes desenvolvem ações estratégicas em quatro eixos: Design e Produção; Marketing e Acesso ao Mercado; Infraestrutura e financiamento e Crédito. Com produtos diferenciados e inovadores, privilegiam o design e a sustentabilidade. Reunindo toda a cadeia produtiva da moda empresas de diferentes tamanhos, o polo de São Cristóvão passa a ser a mais nova opçãi para compradores e fornecedores de todo o Brasil. Grifes participantes: Complexo B, Indistripe, Be Yourself, Forester, Tristar.

POLO DE MODA DE SÃO GONÇALO – O estande Moda São Gonçalo se posiciona no mercado na oferta de produtos diferenciados tendo como foco o mercado de atacado. São empresas com produção multisegmentada de jeans, lifestyle, casual e acessórios. Grifes participantes: Ouz Fashion, Porus, Gossip, Rigf Fashion, Sandra Bijoux, Usina, Etrex, Azer, Northwindpro.

POLO DE MODA DO SUL FLUMINENSE – Participando desde a primeira edição do Fashion Business, a moda do Sul Fluminense valoriza em suas coleções as tradições do interior, como o bordado manual, o patchwork, o crochê, e outras técnicas artesanais que proporcionam valor agregado e acabamentos impecáveis às peças produzidas. Moda feminina, masculina, infantil, praia, esporte, acessórios, jeans, underwear e alta-costura, são cuidadosamente desenvolvidas pelas empresas da região que estão distribuídas pelos 20 municípios. Muitos looks são produzidos manualmente e as criações têm séries limitadas .

Yoomp

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Muita moda em “Viver a Vida” – Novela da Globo

Foto: TV Globo, João Miguel Jr.
TV Globo, João Miguel Jr.

Pra quem é fã de moda, a novela Viver a Vida é um prato cheio. Na exibição do terceiro capítulo da trama, mais moda entra em cena e divulga tendências que se misturam com conturbadas histórias de vida.

No capítulo de hoje, Helena (Taís Araújo) inspira-se na modelo Veruska, famosa por participar de editorias de moda na África, nos anos 70, segundo os figurinistas da novela, Marie Salles e Antônio Medeiros.

TV Globo/João Miguel Jr.
TV Globo, João Miguel Jr.

As cenas foram gravadas no Píer Mauá, no Centro do Rio de Janeiro. E o figurino de Helena foi escolhido com cuidado e capricho: Meias com a estampa de bichos, cabelo selvagem e pinturas de bicho.

Fonte: clicRBS


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Conferência Climática de Copenhagen 2009

Conferência Climática de Copenhagen 2009

Conferência de Copenhagen (COP-15) – A 15.ª Conferência das Partes acontece entre os dias 7 e 18 de dezembro desse ano, em Copenhagen, capital da Dinamarca. O encontro é considerado o mais importante da história recente dos acordos multilaterais ambientais pois tem por objetivo estabelecer o tratado que substituirá o Protocolo de Quioto, vigente de 2008 a 2012.

Uma atmosfera de expectativa envolve a COP-15, não só por sua importância, mas pelo contexto da discussão mundial sobre as mudanças climáticas. Aparecem aí questões como o impasse entre países desenvolvidos e em desenvolvimento para se estabelecer metas de redução de emissões e as bases para um esforço global de mitigação e adaptação; os oito anos do governo Bush, que se reucsou a participar das discussões e do esforço de combate á mudança do clima; a chegada de Barack Obama ao poder nos EUA, prometendo uma nova postura; os recentes estudos científicos, muitos deles respaldados pelo IPCC, e econômicos, com destaque para o Relatório Stern.

Copenhagen 2009 – Site oficial: http://en.cop15.dk/

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Copenhagen 2009

copenhagen_2009_cop15

Copenhagen 2009.

Acordo global de redução de emissões deve preceder reunião de Copenhague.

Um acordo global deverá definir os mecanismos para a redução de emissões e desmatamento a serem implementados pelos países emergentes antes da Conferência das Partes (COP-15) das Nações Unidas, que acontecerá em dezembro, em Copenhague, na Dinamarca.O acordo envolverá os 37 países integrantes do Anexo I da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC) e decidirá como se dará a Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal (REDD) para os países em desenvolvimento.

A afirmação foi feita pelo assessor especial para Clima e Floresta do Ministério do Meio Ambiente, Tasso Rezende de Azevedo, durante audiência pública para debater a redução de emissões e desmatamento, nesta terça-feira (22), na Comissão Permanente de Mudanças Climáticas (CMMC).

De acordo com Tasso Azevedo, o grupo governamental responsável pela posição brasileira a ser levada para a COP-15 já chegou a um consenso de que a temperatura do planeta não poderá atingir temperatura superior a 2º Celsius. Segundo ele, os diversos cenários do aquecimento global indicam que o conjunto de emissões de gás carbônico deverá se estabilizar em 450 partes por milhão (ppm) até 2020, o que, de acordo com as projeções, garantiria uma chance entre 40% e 50% de aumento da temperatura em somente 2º Celsius.

Ele também alertou para a preocupação de a exploração de petróleo da camada pré-sal representar uma substituição das emissões de gases poluentes do desmatamento pela gerada por combustíveis fósseis, na contramão das tendências mundiais.

REDD

Já Virgílio Viana, diretor executivo da Fundação Amazonas Sustentável – que coordenou a reunião dos governadores da Amazônia Legal com sugestões apresentadas na última quinta-feira (17) ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a COP-15 -, assinalou que o grupo definiu três alternativas de mecanismos REDD para serem levadas a Copenhague, desde que os países desenvolvidos se comprometam com a redução das emissões de gases poluentes em 40% até 2020.

Virgílio citou as três alternativas apontadas na chamada Carta de Palma. Uma delas seria a criação de um novo mecanismo de REDD, diferente do modelo convencional de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), com a criação de um fundo com recursos de 1% do Produto Interno Bruto (PIB) dos países do Anexo I. A segunda sugestão dos governadores, disse Virgílio, é a realização de leilões de permissões para fracionar os metas de redução de emissões, com cotas no valor de US$ 3 a 5 bilhões anuais. A terceira sugestão é de criação de um mercado compensatório com Certificados de Redução de Emissões (CERs) relativas a determinados territórios, que poderiam ser um município, uma propriedade privada, entre outras possibilidades.

MRE e as Namas

Muito embora deputados e senadores tenham buscado obter do embaixador Sérgio Barbosa Serra, uma resposta mais concreta sobre a posição a ser adotada pelo Brasil na COP-15, o representante do Ministério das Relações Exteriores procurou não ser taxativo. Disse que o Brasil buscará forte redução do desmatamento com Ações de Mitigação Nacionalmente Apropriadas, as chamadas Namas.

- Há grande possibilidade, na nossa visão, de ter 2º Celsius como limite máximo de aquecimento global. Os países poderão ter curvas de aquecimento variáveis. Não acredito que tenhamos isso definido em Copenhague e nem que seja necessário definir isso lá – ponderou.

Sérgio Barbosa considerou positivo o entendimento em torno da definiçãode um percentual adicional de 10%, ou até um pouco superior, para os mecanismos REED, conforme relatou ter ouvido do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, desde que os países desenvolvidos assumam o compromisso de reduzir suas emissões em até 40% até 2020.

Em resposta à senadora Marina Silva (PV-AC), que criticou o governo e a Câmara dos Deputados pela não aprovação da Política Nacional de Mudanças Climáticas (PL 3535/08), o embaixador disse não ver necessidade da aprovação da PNMC para a convenção em Copenhague, uma vez que já existe o Plano Nacional de Mudanças Climáticas, que servirá de parâmetro para o encontro.

Relatório

O relator da comissão, deputado Colbert Martins (PMDB-BA) anunciou que o colegiado deverá apresentar relatório preliminar com as sugestões dos parlamentares para a posição brasileira a ser adotada na COP-15, além de um balanço das atividades da comissão, a ser apresentado no dia 15 de novembro.

E o deputada Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), vice-presidente da CMMC, convidou os presentes a participarem do lançamento do livro Instrumentos Econômicos para Proteção da Amazônia – Experiência do Pólo Industrial de Manaus, nesta quarta-feira (23) na Câmara dos Deputados.

Cristina Vidigal / Agência Senado

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Livro sobre moda feminina explica do prêt-à-porter ao streetwear

Veja a introdução do “Folha Explica a Moda”:

Ao longo dos anos 90, a moda entrou na pauta da sociedade brasileira. Passou-se a conhecer o nome das principais modelos, estilistas começaram a aparecer em programas de TV, desfiles entraram ao vivo nos noticiários da noite e chegaram às primeiras páginas de jornais.

Tudo andou tão rápido que é como se tivesse sido sempre assim. Quem está envolvido com moda mal consegue lembrar-se de quando as coisas eram diferentes. Ficou comum dizer, em tom de alegria: a moda entrou na moda. A frase virou máxima e, até o final da década, foi repetida no país tanto por quem era do meio quanto pelo público em geral. O que também nos faz pensar: então houve um tempo em que a moda esteve “fora de moda”?

O conceito de “estar na moda” se auto-explica e confunde. Tratar de moda implica lidar com elementos os mais complexos, especialmente quando combinados. Entrando nesse assunto, tangemos valores como imagem, auto-imagem, auto-estima, política, sexo, gender-bending (troca de sexos, ou o velho e bom masculino / feminino), estética, padrões de beleza e inovações tecnológicas, além de um caleidoscópio de outros temas: desde condições climáticas, bailes, festas, restaurantes ou uniformes até cores (e a ausência delas), modelos, top models, supermodels ou gente “normal”, mídia, fotografia de moda, moda de rua, tribos (e a ausência delas); música e diversão, mas também crise e recessão, criatividade e talento. Dinheiro também. E vaidade, competitividade, ego, modismos e atemporalidades, história e futuro, excessos, radicalismos e básicos. Não necessariamente nessa ordem, claro. Aliás, muito pelo contrário.

Na moda, tempos de luxo são substituídos por tempos de contenção, e assim por diante. Autofágica, quando achamos que estamos entendendo algo, tudo vira de cabeça para baixo de novo. E de novo e de novo. Nada é eterno. O que não quer dizer que algumas imagens, pessoas ou looks não durem para sempre. Pense no New Look de Dior, em 1947, ou na minissaia de Mary Quant, nos anos 60. Momentos de virada, momentos históricos.

Muitas vezes, o mundo não se dá conta de que eles são históricos ou, também muitas vezes, não percebe que a moda termina por completar o quadro histórico das sociedades. A olhos desatentos, muito do que vem das passarelas é coisa para iniciados, e até o que acontece nas ruas faz parte da informação somente dos guetos e dos nichos.

Valores que se cristalizaram anteriormente davam conta de que a moda era algo decidido por um punhado de estilistas, que determinavam o que se devia vestir. Não é mais assim. Como também não se aplica o pensamento de assistir a um desfile pela TV ou ver uma foto no jornal e pensar: “Nossa, eu jamais usaria isso!” É que nem tudo o que aparece na passarela é feito para efetivamente usar. Muitas vezes, uma imagem é reforçada ou tratada de modo mais extravagante ou incomum para que idéias sejam mais explicitadas, ou mesmo para produzir uma boa imagem para foto. Achar que os estilistas querem que você realmente saia “daquele jeito” é uma bobagem tão grande quanto ver uma obra de arte e simplesmente ficar imaginando se a teríamos na sala de visitas.

Então, moda é arte? Talvez seja mesmo. Pode ter tantas abordagens subjetivas e paradoxais que talvez seja imprescindível levar em conta seu caráter “artístico”. Então, tudo o que se vende nos shoppings é arte? Bem, mais ou menos. Na moda, o simplismo não funciona.

São essas as características deste livro. Você não vai encontrar aqui uma obra de história da moda. Daremos, isto sim, uma pincelada nos fatores que levaram à atual conjuntura da moda, colocando em planos unidos a situação internacional e a brasileira. Começaremos tentando definir o caráter em espiral da moda, apresentando os universos da alta-costura, do prêt-à-porter e do streetwear, explicando o funcionamento das engrenagens do chamado Planeta Fashion: Paris, Milão, Londres e Nova York 1.

Na seqüência, trataremos da cadeia têxtil e do ponto de partida das tendências – e o que são elas. Afinal de contas, quem é que dita a moda? E o que acontece com as roupas depois do desfile? Explicaremos a importância da juventude e falaremos de fenômenos recentes, como a figura do stylist e a onda da customização, que toma conta dos centros urbanos. Para entender a moda de hoje, será fundamental também uma compreensão do passado e do definitivo legado do século 20, num guia para identificar as décadas. O livro termina com um histórico da moda brasileira, mapeando as raízes da influência européia na criação made in Brazil e apontando suas principais personagens. O capítulo proporá também uma discussão sobre a identidade nacional que, assim como o restante desta obra, incentiva a nova geração a ocupar seu espaço na seara global da moda.

1 – “Planeta Fashion” é como o mundo globalizado da moda passou a ser chamado, a partir dos anos 90. O nome diz respeito à alta moda e a suas capitais internacionais. Para entendermos a moda, devemos compreender seu espectro de atuação.

“Folha Explica A Moda”
Autor: Erika Palomino
Editora: Publifolha
Páginas: 104
Quanto: R$ 17,90
Onde comprar: Pelo televendas 0800-140090 ou pelo site da Livraria da Folha

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